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terça-feira, 18 de setembro de 2018

Uma profissão educadora



Eu confesso, num primeiro momento o que me fez ir ao lançamento do livro “Lucy – Uma vida professora” foi o fato de ter sido escrito pelo Jayme Serva, amigo de longa data e, na minha experiência marqueteira, um dos dois melhores redatores que conheci (o outro é o Robson Henriques, que também deixou o métier).

Eu não fui aluno da Lucy. Sequer fui aluno do Santa Cruz, apesar da escola ter passado rapidamente pela cabeça da minha mãe quando eu estava no final do ginásio, ela concluiu que não fazia sentido para uma família calvinista como a nossa eu estudar numa escola confessional católica – ou iria para uma confessional protestante ou para uma escola laica.  Fui para o laico Colégio Rio Branco.

Comecei a ler o livro me deliciando com o texto sempre fluido e inteligente do Jayme e me identificando geograficamente com as andanças da família Wendel em São Paulo.

De repente, um nome salta aos olhos: o do professor de química da Lucy no Colégio Perdizes na segunda metade da década de 30 – Max Gevertz. O mesmo que, 40 anos depois seria meu professor de química no Rio Branco, de quem tenho as melhores lembranças como pessoa e como professor.

Claro que, desde o começo o sobrenome Wendel me soava familiar, mas minha memória não identificava o porquê.

Fui descobrir muitas páginas adiante, quando ele menciona que a irmã de Lucy, Nícia Wendel de Magalhães tivera uma escolinha de inglês na Lapa. Fui confirmar com minha mãe e realmente era o que eu pensava, a Play School da rua Gomes Freire, minha primeira escola de inglês.

Mais que isso, a Profa. Nícia também tinha sido professora de biologia da minha mãe no Campos Salles!

De qualquer forma, independentemente das afinidades geográficas e pessoais, o livro é uma delícia, especialmente para quem ama a educação. Lucy não foi uma professora qualquer, deixou marcas indeléveis na memória dos seus alunos, como professora e como pessoa.

A Profa. Lucy Sayão Wendel ainda é viva, com os seus 94 anos. Tive a oportunidade de vê-la na noite de autógrafos do livro. Uma referência para quem é ou quer ser professor.

O Jayme encerra o livro com um capítulo sobre sua visão da importância da educação para o país. Concordo totalmente com ele: “se a educação não estiver introjetada no composto cultural da sociedade, não há projeto que vingue.”
Como o otimismo faz parte da essência do Jayme Serva, ele acredita que essa introjeção possa ser algo factível, talvez a minha única discordância do texto. 

Diferente dele eu sou um cético e não tenho muita esperança que a sociedade melhore.

O que não me impede de recomendar muito a leitura do livro. Não sei se está à venda nas melhores livrarias, mas certamente pode ser pedido pelo site da Laranja Original.

Descrição da imagem: foto da capa do livro com a imagem da Profa. Lucy em traje de formatura.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Ah...esses médicos comuns


Quando meu primeiro filho nasceu com síndrome de Down, o primeiro médico com quem tivemos contato era um especialista, um geneticista cujo nome eu tento esquecer até hoje e que, depois de 16 anos, continuo torcendo para que ele se aposente e pare de falar sandices para pais que acabaram de ter filhos com síndrome de Down.

Na UTI da maternidade (ele ficou lá quase um mês por conta da sua cardiopatia congênita) conhecemos o Dr Miguel Borrelli, que foi pediatra dos meus filhos com e sem SD. Um médico competente, atencioso, cheio de bom senso. Ficamos com ele uns bons 10 anos e só deixamos de ir lá por conta do fato de que ele era tão competente que era disputado pelos hospitais e seus horários de consultório diminuíram muito.  Em momentos de urgência fomos atendidos pela sua esposa, também uma pediatra comum e não menos competente que ele.

Quando mudados já conhecíamos pessoalmente o Dr José Moacir, que rapidamente virou só ZéMoa. E de comum ele não tem nada (desculpa te desmentir na frente de todos Zé). A começar do fato que diferentemente de muitos médicos que conheci ele não se coloca num pedestal superior aos demais seres humanos. É um excelente pediatra, é um homeopata sem radicalismos (quando a coisa ficava feia ele não recusava medicar as crianças com alopatia). Mais que isso é um ser humano ímpar. Bom de cozinha, bom de palco e conhecedor de ótimos vinhos. E também casado com uma médica, no caso uma geneticista que não fala sandices.

Passamos por outros médicos comuns. Alguns continuam sendo médicos da turma aqui de casa, inclusive meus. Oftalmologista comum, otorrino comum, dermatologista comum, dentista comum e, no caso do meu filho mais velho, teve até uma cardiologista comum. Ele também teve uma fono comum que gerou resultados comuns, ou seja, ele fala muito bem.

Mas que nunca foram comuns no sentido de banais, corriqueiros ou triviais.

Quando conheci o Dr Zan Mustacchi já não sentia nenhuma necessidade de ir a um médico especial. O que não me impediu de me tornar amigo dele, de trazê-lo para palestras quando promovíamos os papos com os pais, de dividir mesas de debates com ele, até na distante Macapá, graças à Marinalva que nos juntou por lá para comer filhote à beira do Amazonas. Apesar de pequeno no tamanho, um grande sujeito. Mas que só conheceu o Samuel socialmente.

Conheci também outros médicos incomuns no meu caminho. Dentro do grupo de discussão sobre Síndrome de Down alguns com o duplo papel de médicos e de pais. Gil Pena, Célia Kalil, Ana Cláudia. Gente com quem eu adoro trocar idéias e, nãos poucas vezes uns golpes de esgrima. Médicos e amigos amados.

Claro, também conheci gente que não recomendaria a nenhum de vocês por aqui. Faz parte da vida. No caminho vamos encontrar médicos bons e ruins. Professores bons e ruins. Advogados bons e ruins. E até blogueiros bons e ruins, como eu, de acordo com o seu ponto de vista.
 
Não é o fato de serem ou não especialistas que os torna melhores profissionais. Por isso me esforço ao máximo para evitar generalizações. Elas sempre são ofensivas.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Xiita convidada - Dia de exercer cidadania



Para esse dia de votação  escolhi essa roupa por causa do nosso Brasil. O verde da calça significa a nossa bandeira e a blusa a luta pela inclusão.

Quis mostrar a luta que enfrentam as pessoas para serem incluídas na sociedade. Penso que podemos lutar pelos nossos  Direitos,  fazendo escolhas. Com isso a pessoa faz diferença.  

Tenho síndrome de Down e   para mim isso pouco importa. Voto agora pela segunda vez para defender o meus Direitos como cidadã.

Jéssica Mendes de Figueiredo é cidadã brasileira.

Descrição da imagem: foto da Jéssica segurando o seu titulo de eleitor em frente a entrada da sua seção eleitoral
                                                                                                                               

terça-feira, 2 de julho de 2013

O cego que me fez ver o mundo

Ele não era só mais um companheiro de militância e de debates (ótimos debates). Ele era o cara que, ironicamente, me fez enxergar um monte de segundas intenções por trás da lutas. Eu posso dizer que vi mais longe pois me apoiei nos ombros de um gigante.

Ele não era apenas um parceiro de textos inclusivos e xiitas. Era o homem que colocou a acessibilidade digital na rede e na cabeça de pessoas e de empresários. E me tornou um xiita da acessibilidade, passo imprescindível para a inclusão.

Não poucas vezes discutimos com argumentos conflitantes. Numa delas ele chegou a ficar muito bravo comigo, mas eu não iria perder a parceria dele por uma divergência, passei a mão no telefone e nos entendemos. Sempre nos entendemos.

Ele me deu o título de "cego honorário", uma honra que eu vou carregar pelo resto dos meus dias. Eu o chamava de meu guru da acessibilidade. Também fazia parte do meu conselho de notáveis, pessoas a quem eu recorria (e ainda recorro) quando tenho mais dúvidas que certezas.

Conversávamos muito, especialmente através das mídias digitais que ele manobrava com maestria. Não poucas vezes pelo bom e velho telefone e para a minha alegria, nos ocasionais, mas prazeirosos encontros que tivemos pessoalmente.

E não foram poucas as vezes que ele me deu apoio pessoal e solidariedade em momentos complicados pelos quais passei.

Nessa semana eu vou para o Rio e estava nos meus planos visitá-lo no hospital onde, mais uma vez, ele lutava pela vida. Dessa vez ele perdeu.

O MAQ, Marco Antonio Queiroz, era um amigo de verdade, mais do que tudo que eu pudesse falar dele. E amigos de verdade são uma raridade.

Que o seu legado e a sua luta possam ter ficado nos corações e mentes de quem conviveu com ele.

A sua lembrança ficará para sempre em mim, o síndico da bengala mais legal que passou na minha vida.

Descrição da imagem: foto do MAQ com sua eterna expressão de bom humor.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Querida excelência

Minha querida excelência

Minha primeira impressão a seu respeito, eu admito, não foi das melhores. Te conheci através de uma entrevista num jornal e, no meu melhor estilo ogro, desanquei com a sua fala (te chamei de secretária das rampas, lembra disso?). Se leu o que eu escrevi na época certamente a sua impressão a meu respeito também não foi lá essas coisas.

Nosso primeiro encontro pessoal começou de forma constrangedora. Eu sabia que você era uma pessoa com deficiência, mas não sabia exatamente qual deficiência. Estendi a mão ao te ver, o que, por motivos óbvios, você teve de recusar. De qualquer forma aquele encontro serviu para que eu começasse a descobrir que você era uma política incomum. Não tinha a arrogância habitual da classe, nem se julgava dona da verdade, pelo contrário, estava disposta a aprender sobre tudo que reconhecia não saber.

Um dia você me convidou para o seu programa de rádio. Ficamos amigos. Recorri a você quando precisei e fui procurado por você quando você precisava. Você me abriu as portas do seu gabinete e eu escrevi textos para as suas publicações sobre deficiência e inclusão.

Candidata à reeleição como vereadora, você não me pediu votos. Mas eu fiz questão de pedir material de campanha. Não devo ter sido um cabo eleitoral de peso, mesmo assim recebi agradecimentos superiores aos meus préstimos. Candidata a deputada federal, de novo fiz minha parte de campanha.

Ao contrário de outros políticos que se dizem defensores dos "portadores", você não caiu na tentação do assistencialismo. Não afagou egos nem bolsos distribuindo migalhas. Por isso que não tive dúvidas sobre apoiar sua candidatura, mesmo sendo um crítico feroz das gestões administrativas do seu partido.

De novo foi eleita. E bem eleita. Provavelmente será a primeira deputada federal tetraplégica da história do país (me corrija se estiver errado). Tenho certeza que o movimento será bem representado.

Não te dou conselhos, mas faço alguns pedidos. No Congresso você vai encontrar de tudo, tenho certeza que a experiência da Câmara Municipal te ensinou a lidar com as raposas. Seja fiel a seu partido (é a regra do jogo), mas nunca deixe que ele oblitere a sua consciência.

Continue lutando pelos direitos das pessoas com deficiência e não pelas esmolas que seus colegas vão propor para garantir seus currais eleitorais. O seu mandato é importante para todos nós, trate-o com carinho e respeito.

Não vou aceitar o seu pedido de voto no seu candidato a presidente. Os fatos demonstram que tudo que ele fez pela causa foi distribuir verba para instituições segregadoras, manter uma política excludente na rede estadual de ensino e prometer hospitais para reabilitar os coitadinhos (sim, para ele deficiência é um problema médico e não social). Enquanto isso, o governo da outra candidata foi responsável pela maior transformação em prol da educação inclusiva que esse país já viu e pela aprovação do mais importante documento em defesa dos direitos das pessoas com deficiência (que muitos dos seus colegas de partido votaram contra). Eu voto pelos fatos não pelas promessas.

Conte com o meu apoio. Continue contando com os meus textos e meu voto. Aquele café que está me devendo, acho que vou tomar lá em Brasília,

Um beijo carinhoso

Fábio Adiron

Descrição da imagem: Mara Gabrilli e Samuel, meu filho, durante as comemorações do Dia Internacional da Síndrome de Down em 2009

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Mais que legal

A internet está densamente populada de sites, chega mesmo a estar poluída de páginas e páginas cujos conteúdos não fariam nenhuma falta para a humanidade.

Isso acontece em qualquer categoria de temas. Quer saber sobre catabólitos ? Vai encontrar 6.080 páginas que citam os mesmos. Se arrisca num tema mais amplo como educação? O Google aponta para mais de 58 milhões de páginas (e só usei o termo em português). Mesmo sobre temas mais específicos como deficiência e inclusão os resultados mostram cifras assustadoras.

Por outro lado existem sites de pessoas que não deixam de batalhar nunca e, como diria Bertold Brecht, esses são os imprescindíveis. Não é a toa que essa citação foi colada na página de entrada da Bengala Legal, o site do MAQ (Marco Antonio Queiroz) que, no dia de hoje, completa 9 anos.

Não me lembro exatamente como foi que eu fui parar a primeira vez no site, nem quando foi. Sei que, depois que conheci, nunca mais deixei de voltar com bastante regularidade, seja para ler as novidades que surgem, seja para pesquisar sobre as mais diversas questões relacionadas com as muitas exclusões com as quais convivemos.

Foi lá que tive as minhas primeiras aulas de acessibilidade digital. E não poderia ter melhor professor, afinal o criador e síndico do espaço é uma pessoa cega. No entanto, é uma pessoa que consegue ir muito além do círculo restrito da sua deficiência. E abriu as páginas para que todos pudessem informar e se informar.

Mais que isso, passou a ser o espaço onde muitos podem mostrar o que estão fazendo em prol da inclusão, acessibilidade, desenho universal, empoderamento, mobilidade urbana, direitos, relação familiar e social, saúde, psicologia, sexualidade, trabalho e emprego das pessoas com deficiência.

Manter, atualizar, repaginar, recodificar um site desses durante 9 anos não é trabalho para qualquer um. O MAQ é, literalmente, um gigante. Não só na sua altura (tive o grato prazer de conhecê-lo pessoalmente e ele é grande mesmo), mas um gigante na persistência, na consistência dos seus ideais, no seu caráter e na sua coerência.

Que esses sejam apenas os primeiros 9 anos de muitos.

MAQ, parceiro de lutas, de textos e de vida : meus parabéns. Você muito mais que legal.

Descrição da imagem : logotipo do site Bengala Legal.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Muito obrigado


Amig@s

Quero agradecer e parabenizar a tod@s que assinaram o manifesto:

Manifesto em Solidariedade ao Companheiro Fabio AdironEm defesa do nosso Direito e Dever de lutar pelos Direitos Humanos e por uma sociedade mais justa para todas as pessoas.

Nestes três dias em que agimos em prol da liberdade e do nosso direito à livre manifestação fortalecemos o nosso movimento , lutamos pelos direitos humanos e fundamentais das pessoas e exercemos a nossa cidadania.

Vamos em frente por que ainda temos um longo caminho a percorrer.

Claudia Grabois –Presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down

Segue abaixo o manifesto com as assinaturas.

Manifesto em Solidariedade ao Companheiro Fabio Adiron
Em defesa do nosso Direito e Dever de lutar pelos Direitos Humanos e por uma sociedade mais justa para todas as pessoas.

Somos familiares, ativistas, instituições e grupos que lutam pelos direito à inclusão ampla, geral e irrestrita das pessoas com ou sem deficiência na nossa sociedade e exercemos o nosso papel nos mais diversos espaços inclusive nos manifestando contra toda e qualquer forma de discriminação. Recentemente recebemos uma carta que, posteriormente foi publicada em um blog com o relato de uma estudante do curso de Especialização em Educação Inclusiva e Deficiência Mental da PUC de São Paulo.

Mesmo indignados com as denúncias não deixamos de dar voz às pessoas que não concordaram com os relatos apresentados, tendo em vista que tanto as manifestações dentro do blog como através de e-mails foram publicadas nos mesmos canais onde foi distribuída a carta.

Estranhamente, o companheiro Fábio Adiron, que nos repassou a carta da estudante passou a ser ameaçado o que não nos parece cabível, sendo constrangido ilegalmente a partir de uma tentativa espúria de tentar nos calar. Aliás, não só ele, mas também a estudante que fez o relato.

A carta foi temporariamente retirada do blog que, por sinal, não era nenhum dos blogs que publica o Fábio Adiron.


Mas não nos calaremos.

Não nos calaremos por que temos compromisso com o que defendemos. Não nos calaremos por que vivemos em um Estado de Direito e muitos de nós participaram das lutas contra o regime militar instaurado em 1964 e fortalecido pelo AI-5 e não permitiremos que ameaças vazias enfraqueçam a nossa causa.


Estamos solidários com o companheiro Fabio Adiron e estaremos, a partir de agora, ainda mais atentos com tudo o que diga respeito à discriminação de pessoas com ou sem deficiência na nossa sociedade.

Vivemos em um país onde discriminar é crime e, à discriminação cabem processos, denúncias, queixas, manifestos, divulgação, mobilizações, reuniões e tudo o mais que as nossas leis permitem pessoas que lutam pela cidadania plena para tod@s as pessoas, não faz parte do nosso exercício político, constranger ou ameaçar. Isso não é permitido a cidadão algum, esclarecendo que o crime de ameaça está tipificado no art 147 do Código Penal.

Não nos calaremos e seguimos na luta. Nada temos pessoalmente contra ninguém, mas esclarecemos que estamos atentos para o que a Constituição Federal, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que tem equivalência à Emenda Constitucional e outras leis, passem a permear o nosso cotidiano, seja nas escolas, nas universidades, nos locais de trabalho e nos demais espaços públicos e privados.

Não tentem nos intimidar por que não conseguirão!

Acedir Jesus de Souza
Educador/Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Alba
Universidade Federal da Paraíba
Aline Carla Ferreira Teixeira dos Santos Gherardi
Coordenadora Pedagógica / Professora PI
Aline Zenaide De Souza Vitorino
Assistente Administrativo
Ana Carolina Benedetti
Pedagoga Especialista em Educação Especial e Psicopedagoga
Ana Cássia Teixeira da Silva
RJ Down
Ana Claudia Correa
RJ Down
Ana Galgane Paes
Grupo Síndrome de Down
Ana Luiza Mukai
Publicitária
Ana Luiza Pilla Luce
Médica
Ana Maria E. C. Barbosa
Rede Saci
Ana Paula Crosara de Resende
Advogada
Anahi Guedes de Mello
Associação dos Deficientes Auditivos, Pais, Amigos e Usuários de Implante Coclear
Anastázia Ladeira
Grupo Síndrome de Down
Andrea Barbi
Happy Down
Andrea Lungwitz Cleto
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Andrea Monteiro de Siqueira
Jornalista
Andréa Tikhomiroff
Construindo o caminho
Andrei Bastos
Rede Inclusiva RJ
Andréia Maria Anibal
Happy Down
Anelisa Oliveira Mendes dos Santos
Grupo Síndrome de Down
Ângelis Farias da Silva Nascimento
Grupo Síndrome de Down
Anne Oliviera
Grupo Síndrome de Down
Antonia Almeida de Araújo
Grupo 25
Antonio Carlos Sestaro
Associação Up Down - Santos
Aparecida Akiko Fukai
CVI Araci Nallin
Arimar Martins Campos
Fórum Permanente de Educação Inclusiva/Conselho Municipal de Educação de Santos
Benedito José Nogueira Crispim
Grupo Síndrome de Down
Bethânia Mignolo dos Santos
Advogada e Educadora
Carla Codeço
RJ Down
Carmen Silvia Vannucci Dinamarco
Espaço XXI Campinas
Carolina Rodrigues Enge
Pedagoga
Caroline Nobrega de Almeida
Grupo Síndrome de Down
Caroline Pizzini
RJ Down
Celia Kalil
Aprendendo Down
Celia Regina Martelo
Felicidade Down - Sorocaba
Celia Rodrigues Enge
Psicopedagoga
Cintia De Souza Silva
Pedagoga
Claudia Feres Barbosa
Administradora
Claudia Grabois
Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down
Claudia Ribeiro
Grupo Síndrome de Down
Claudio Vereza
Deputado Estadual RJ
Cleuziane Oliveira
Grupo Síndrome de Down
Cristiane Zamari Diogo
Grupo Síndrome de Down
Cristina Oliveira
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Daniela Kondor
Professora Da Universidade Veiga de Almeida
Danielle Costa Reis Migueletto,
Débora Mercedes Ramos Rojas Pinho
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Deise Fernandes
Fórum Permanente de Educação Inclusiva/CPFL
Deizi Terezinha Delovo
Educadora
Delmira Gonçalves De Souza
Diná Canavezzi Versehgi Pandolfi
Grupo Síndrome de Down
Edna Antonia de Mattos
Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo
Eduardo Daniel de Souza
Happy Down
Elen Fernanda Assunção Chaves
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Eliana Mara Prado De Barros Santos
Diretora da Escola Globinho e Colégio Global
Eliane Aparecida Andreoli
Professora Centro Universitário Belas Artes/CEMUPI
Elizabet Dias de Sá
Banco de Escola/Coordenadora do CAP BH
Elizabeth Azeredo.
RJ Down
Elizabeth Lucchetti Fagundes
Happy Down
Ester Furquim de Almeida
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Eugenia Maria
Educadora
Fabiana Costa Reis Migueletto
Designer
Fabiana Massariello Vulcano
Revisora Jurídica
Fátima Aparecida Caetano
Grupo Síndrome de Down
Fausto De Lara Cruz
Flavia Maria de Paiva Vital
CVI Araci Nallin
Francisco de Assis Oliveira da Cruz
Projeto RioDown
Francisco Lima
Universidade Federal de Pernambuco
Gecy Fritsch
AFAD 21 Novo Hamburgo
Geisa Oliver
Conquista Down
Genilson Protásio
Presidente do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência do Maranhão
Geovana Beatriz Travalini
Grupo Síndrome de Down
Gersira Espírito Santo
Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência RJ/APAE RJ
Gilza Rosa
DF Down
Gisela Bordwell
CVI Araci Nallin
Gisele F.Ferreira
Grupo Síndrome de Down
Glória Maria Moreira Salles
Carpe Diem
Grazi Mancini
Grupo Síndrome de Down/Educadora
Guga Dorea
Grupo Síndrome de Down
Gustavo Torniero
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Helena B.Crochik
Grupo Síndrome de Down
Heron Carlos Alves de Souza Souza
ASD MT
Hugo Pandolfo
AFAD Cachoeira do Sul
Ida De Barros Brizido
Irene Bofo Da Silva
Administradora
Isabel Cristina Bordonale
Grupo Síndrome de Down
Israel Lima
Grupo Síndrome de Down
Ivan Honorato
Grupo Síndrome de Down
Jannette de González de la Lastra
Grupo Síndrome de Down
Jô Bibas
Reviver Down Curitiba
José Guilherme De Selos Margara
Arquiteto
Jose Javier Ibañez Roldán
Designer Gráfico
José Moacir de Lacerda Junior
Médico/Grupo Síndrome de Down
Juliana Costa Reis Migueletto
Designer
Juliana Soares Santos
Grupo Síndrome de Down
Karen Diazzi
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Karina Feres Pereira
Pedagoga
Karla Mascarenhas
Conquista Down
Kathya Feres Long
Grupo Síndrome de Down
Katia Regina Cezar
Katia Maria Fonseca Dias Pinto
Centro de Vida Independente de Campinas
Kryss Fourakis
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Laercio Pereira Da Silva
Artista Plástico
Leila Alves Moreira
Grupo Síndrome de Down
Lenise Sampaio
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Leny Magalhães Mrech
Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo
Leticia Pereira Da Silva
Lidia Aparecida de M. Tudéia
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Lie Ribeiro
Educação e Autismo
Lilia Pinto Martins
Presidente do CVI-Rio
Liliane Garcez
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Lisabeth Aleoni Arruda
Grupo Síndrome de Down
Lisandra Lima
Educação e Autismo
Lívia Maria Villela de Mello Motta
Professora da Faculdade Sumaré e do COGEAE PUC/SP
Luciana Fernandes Duque
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Luciano Abreu Lima
DF Down
Lúcio Carvalho
Grupo Síndrome de Down
Luiz Fernando Correa De Oliveira
Educador
Manuela Meirelles
Educação e Autismo
Marcia Cokotós
RJ Down
Márcia Morais
Educação e Autismo
Márcio Aguiar
Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência de Niterói
Marco A C Monteiro
Grupo Síndrome de Down
Marco Antonio Queiroz
Bengala Legal
Maria Alice Coelho
Professora
Maria Amelia Vampré Xavier
Diretora para Assuntos Internacionais da Federação Nacional das APAEs
Maria Cristina Etcheverry
Grupo Síndrome de Down
Maria de Lourdes Marques Lima
DF Down
Maria Ligia de Castro e Carrijo Monteiro
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Maria Regina Barros Mercurio
Mais Diferenças/Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Maria Teresa Eglér Mantoan
Faculdade de Educação da Unicamp
Mariazinha Pereira
Grupo Síndrome de Down
Maria Zelinda Civolani Martins
Educadora/Grupo Síndrome de Down
Marina Teresa Capucim
Educadora/Grupo Síndrome de Down
Marineia Crosara de Resende
Professora Universidade Federal de Uberlândia
Marione Pires Morais
Grupo Síndrome de Down
Marli Vizim
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Marta Gil
Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas
Mauro Carmélio
Grupo Síndrome de Down
Meire Simões dos Santos
Grupo Síndrome de Down
Melisa Lima Bonilha
Fisioterapeuta
Míriam Cristina Frey de Lira
Grupo Síndrome de Down
Naira Rodrigues
CVI Araci Nallin
Nancy Costa Pagnanelli
Psicóloga/ Carpe Diem
Narli Blanco Resende Pinto de Souza
RJ Down
Naziberto Lopes Oliveira
Molla- Movimento pelo livro acessível
Octávio Canongia Long Júnior,
Administrador de Empresa
Onivaldo José Brochini
Grupo Síndrome de Down
Patrícia Almeida
Grupo Síndrome de Down/Agência Inclusive
Paulo César de Oliveira
Grupo Síndrome de Down
Paulo Flávio Barbosa Da Silva
Representante Comercial
Priscila Galvão
Rede Inclusiva
Priscila Keiko Shiguematsu
Profª Drª Marinalva S Oliveira
Universidade Federal do Amapá
Profa. Dra. Windyz Ferreira
DHP Universidade Federal da Paraíba
Regina Atalla
CVI Bahia
Regina Cohen
Núcleo Pró-Acesso UFRJ
Renato Diogo
Grupo Síndrome de Down
Renato Laurenti
CVI Araci Nallin
Renato Nunes Abreu
Publicitário
Ricardo Pereira Da Silva
Consultor
Rita Mendonça
Procuradora do MPT/Alagoas Inclusiva
Rodrigo Lopes dos Santos
Grupo Síndrome de Down
Romeu Sassaki
CVI Araci Nallin
Ronaldo Tikhomiroff
Construindo o caminho
Rosa Tieko M.Zebele
Happy Down
Rosana Carlos Lins
Grupo Síndrome de Down
Rosana Queiroz da Silva Rodrigues
Grupo Síndrome de Down
Rosângela Gavioli Prieto
Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo
Samantha Juliano De Carvalho
Samantha Romano
Grupo Síndrome de Down
Sandra Mary Mansueti Ribeiro
Grupo Síndrome de Down
Sandra Pezeta
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Sandra Tavares
Universo Down
Silmara Ribas de Abreu
Happy Down
Silvana Azevedo
Grupo Síndrome de Down
Simone Remusat Long
Cirurgião-Dentista
Solane Leonor C. Lima
ABRASPP
Solange Ferrarezi Zanetta
Prefeitura de Santo André
Sônia Aparecida Stancov Bernucci
Grupo Síndrome de Down
Sonia F T Rodrigues
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Sonia Maria da Silva Nobrega
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Suely Moura
Grupo Síndrome de Down
Suely Satow
CEDIPOD
Susana Maria Frias Pereira
Grupo Síndrome de Down
Tatiana Biazzoto Campos
Educadora
Tatiana Guz
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Tatiane Miranda da Rosa
Happy Down
Teresa Cristina Machado Baumotte Alencar
Happy Down
Valéria Gusman
Fórum Permanente de Educação Inclusiva
Valéria Lllacer
Educação e Autismo
Vera Lucia De Barros Brizido Feres
Vilma Mello
APS Down Londrina
Vinicius Gaspar Garcia
Centro de Vida Independente de Campinas
Viviane Lima Lourenço
Warley Viana
Coletivo PPD's-Apeoesp
Zilma Saibro da Silva
Fórum Permanente de Educação Inclusiva

Descrição da imagem : uma mulher sinalizando a palavra "amigo" em Libras (imagem do site Acesso Brasil)